A Polémica dos Esteroides Anabolizantes

:: Esteroides Anabolizantes nos Média ::
 
 
Um dia disseram-me que unanimemente, todos que treinavam com pesos eram fúteis, seres sem nenhum discernimento, valor moral ou capacidade de formular qualquer tipo de ideologia e eu não consegui concordar, enfrentei e os fiz calarem a boca.

Um dia disseram-me que eu era retardado, maníaco, psicótico, por sempre andar com uma porcaria de uma mochila estufada de tantos potinhos, garrafas e recipientes de plástico com BCAAs, vitamina A e D em comprimidos e eu não consegui concordar, enfrentei e os fiz calarem a boca.

Um dia disseram-me que eu era egoísta e egocentrista demais, por me despedir dos amigos após a faculdade, as onze horas da noite de uma sexta-feira e fazer uma refeição dentro do carro, a caminho do meu ginásio, porque o dia foi realmente cansativo, mas aquele compromisso, se adiado, faria um mal horrendo ao meu psicológico, durante toda a semana e eu não consegui concordar, enfrentei e os fiz calarem a boca.

Um dia disseram-me que precisaria urgentemente procurar um psicólogo, porque um indivíduo que aproveita qualquer oportunidade para fazer mais uma refeição dentro de uma rotina atribulada, não era normal e eu não consegui concordar, enfrentei e os fiz calarem a boca.

Hoje os média fazem exatamente o que eles quiseram forçar-me a engolir goela abaixo, na marra, sem água para descer e adivinha o que farei…?

 
A linda hipocrisia que os média querem fazer engolir, quando os seus principais personagens, comem da mesma comida e bebem da mesma água, que as vitimas do sensacionalismo gratuito televisivo.

A ironia começa a se explicitar a partir do momento em que o galã da nova temporada de malhação está ciclando, quando o mocinho agradavelmente bonzinho da novela das 9, já investe pesado em drogas que não proporcionam qualidade muscular e já pensa em investir no próximo passo rumo ao GH ou pela forma gradativa, porém evidente com que a ginecomastia do cantor sertanejo Lucas Lucco, vem se desenvolvendo. O apresentador Marcos Mion ama uma oxandrolona, mas nós somos os que incitam o caminho do trafico, os inconsequentes que não se preocupam com a morte prematura.

Gustavo Lima se prolongou equivocadamente em um período longo estando on, tendo como resultado, um escasso ganho, pela sua estúpida conceção de que dieta seria igual a ingestão de shakes de proteína, cinco vezes ao dia. O intérprete de axé Léo Santana, não vive sem o seu protocolo com Decanoato, Dianabol e somente agora está investindo em drogas para definição muscular, mas nós é que jogamos com a vida, sendo imbecil a ponto de brincar constantemente em uma roleta russa trágica.

A dançarina Sheila Carvalho efetuou uma manipulação irretocável antes de ingressar para o Reality Show ”A Fazenda”, utilizando drogas extremamente tendenciosas para a virilização e mesmo assim conseguiu manter o timbre da sua voz feminina. O ator de ”Crepúsculo” Taylor Lautner, após a trilogia do filme, perdeu cerca de 15 kg, lembrando que o mesmo jurou que a metamorfose do seu físico foi devido ao plano de exercícios estrelar que fazia a cabeça de Hollywood na época, mas nós somos os drogados depressivos, insatisfeitos e imaturos, capazes de tudo para atingir um nível corpóreo invejável.

Não se engane. Existe um mundo totalmente abusivo e egocentrista por trás dessa demagogia barata de ponta de estoque, porém não fique assustado, eu sempre estarei disposto em oferecer a verdade pura e cristalina, sem rodeios.

:: Conexão Reporter com Léo Stronda ::


O bodybuilder e rapper da banda Bonde da Stronda, Léo Stronda, deu uma entrevista para o programa “Conexão Repórter”, do SBT, mas não ficou muito satisfeito após ver o produto final.

Nesta quarta-feira, dia 30 de Julho, o jornalista Roberto Cabrini e a sua equipa produziram uma reportagem sobre os perigos da utilização de anabolizantes com o intuito de obter músculos rapidamente. Léo foi entrevistado para explicar se é possível ter um corpo definido sem a utilização de produtos irregulares.

Porém, o cantor e bodybuilder não gostou do que foi para o “ar” e fez questão de referir que Cabrini é um bom profissional na sua área, mas que mada sabe sobre o mundo do bodybuiding e que a reportagem foi sensacionalista: “É como esperávamos. A TV será sempre sensacionalista. As minhas respostas foram cortadas e algumas de extrema importância não foram divulgadas. Colocaram em foco o uso erróneo de medicamentos e não o desporto em si. Quando chamei o rapaz de ignorante referia-me à sua posição sobre o assunto, onde vimos que ele pouco ou nada sabe, porém foi muito corajoso em querer abordá-lo. Não sou idiota e sempre tive acompanhamento médico para o uso de medicamentos. Cabrini foi incisivo e claramente quis colocar-me contra a parede. Peço desculpa pela imagem que foi passada do desporto no programa de hoje. Mas se colocassem tudo o que eu disse com certeza que iriam perceber o valor que dou à nossa modalidade”.

Durante o programa, através do Twitter, Roberto Cabrini até elogiou a sinceridade do cantor: “Léo Stronda merece elogios pela sua sinceridade. Ele é autêntico!”

 


A realidade é que fui dormir com uma sensação de impotência assustadora, durante a conexão repórter, tive a impressão de estar sentado no banco dos réus, sendo condenado por 3 estupros e 4 assassinatos sem direito a nenhuma réplica por parte do meu advogado e com a sentença já pré estabelecida. Vou destacar os pontos nojentos do jornalismo imundo que foi apresentado:

Eles sufocaram o Léo Stronda por todos os lados, com a suposta mãe da vítima e com a imposição brutal de que a circunstância estava certa e qualquer opinião fora disso, era um verdadeiro absurdo. Diria sem receio algum, olhando nos olhos daquela senhora: Isso não é um exemplo de insucesso em relação a esteroides, seu filho ansiou por resultados rápidos, a sua vítima tão injustiçada manipulou algo direto na veia, infelizmente quem é inconsequente paga com a vida e o resto das pessoas do planeta são diferentes da imaturidade do seu filho.

– Colocaram como base de um docudrama, um imbecil, retardado, semi-analfabeto, cujo o maior sonho da vida, era ser stripper. Impuseram como exemplo unânime, um ser que precisa se aplicar a cada 3 dias, para ganhar um pique e ter ânimo para treinar. Um acéfalo que não consegue emitir duas palavras seguidas com nexo dentro de uma frase.

– Destruíram a chave de defesa do Stronda, ligando a sua música e a sua influência, diretamente a mortes, desvio de conduta e postura danosa, o fechando com indagações, de maneira que se houvesse uma resposta contrária ao sensacionalismo, o próprio cantor seria extremamente mal visado e interpretado.

– Colocaram como explicação discernida, informações totalmente equivocadas como o papel do hemogenin em crescer a região do peitoral, coagir o indivíduo com informações contraditórias, além de fraudar uma imagem do clipe ”Bonde da maromba”, onde se mostra comprimidos de BCAAs, no momento certo em que se fazia referência a drogas orais, podendo o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) ser claramente processado por falso testemunho de acordo com o Artigo 342 do Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940, danos morais pelo Art. 186. do Decreto Lei nº 7.347 de 24 de Julho de 1985 e por calúnia e difamação através do Art. 138 do Decreto de lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940.


:: Conexão Reporter com Fernando Sardinha ::

 
 
Sim, uma revanche está por vir. Fernando Luiz Sardinha estará presente em breve no Conexão Repórter, de Roberto Cabrini, para por fim em todos as tendências grotescas que foram incitadas em todas as partes editadas do que para a maioria, seria um programa jornalístico, mas que para mim, faltaria muito para ser considerado minimamente digno de assistir.

Mães desesperadas se firmando na falsa certeza de que o seu querido filho foi uma simples vítima ingênua daquele líquido demoníaco que por acaso, seria uma simples testosterona produzida pelo próprio corpo só que em uma escala maior, imbecis cujos sonhos limitados seriam de dançar em uma boate e ganhar um pump, após uma aplicação a cada três dias…Nada disso será pário para a perceção aguçada de Sardinha, para a sua maturidade e experiência de vida dentro do nosso âmbito esportivo.

Nós merecemos uma explicação plausível, nós merecemos uma borracha para apagar esse sensacionalismo sedento por audiência e acima de tudo, nós merecemos a clareza, a honestidade expressada por meio de palavras, sem cortes.

Tudo pode mudar, através dessa entrevista. Os preconceitos já estabelecidos, a ignorância burra e a intelectualidade enrustida, estão prestes a caírem por terra.


De coração, desejaria muito que a entrevista fosse meticulosamente, desta maneira, porque se fosse comigo, assim seria, sem retirar uma vírgula sequer. Vamos torcer para que a minha ânsia se torne realidade: 

(Cabrini) Fernando Luiz Sardinha, sabe que irá morrer, pelo seu porte físico avantajado, subentende-se que você faz uso de substâncias proibidas, tem noção disso, não é?

(Luiz Sardinha) Você tem noção de que nesse exato momento senhor Cabrini, o seu HDL está desastrosamente baixo, o seu LDL provavelmente está no limite do extremo, sentado dessa forma, frente a mim, observo sua barriga saliente e o quanto necessita de exames urgentes.

(Cabrini) Pela sua postura, se sente realmente orgulhoso ou representando um exemplo para aqueles garotos, como o que faleceu pelo uso dos recursos que todos vocês utilizam?

(Luiz Sardinha) Primeiramente, a falta de conhecimento e o excesso de imaturidade, presenteia os leigos com a morte e em segundo lugar, a vítima manipulou algo diretamente na veia, sem discernimento algum do certo e do errado, aniquilando todas as possibilidades dessa pessoa, absorver a minha trajetória de vida e tomá-la como embasamento para o seu futuro.

(Cabrini) Verdadeiramente não acha que ter uma vida tão regrada assim, não seria viver e sim vegetar e se manter privado de prazeres, alegria, satisfação? Para mim, isso é uma doença.

(Luiz Sardinha) Muito optam por cheirar substâncias ilícitas e se escondem atrás de uma postura enrustida, por ser conhecido, outros preferem passar madrugadas e madrugadas, dilacerando os fígados com doses cavalares de álcool, temos também uma grande parcela que decidiu morar em estabelecimentos de fast-food e se convencer de que aquilo, é a sua felicidade, eu simplesmente optei por amar verdadeiramente comer 7 ou 8x diárias, fazendo mais 2 refeições líquidas, treinar 6x por semana e ter uma ótima noite de sono.


 


Que honra! Amanhã, no “Conexão Repórter”, vão falar da nossa autodestruição, da maneira clandestina com que conseguimos substâncias proibidas e da compulsão assustadora de masoquistas e egocentristas. Ficou perfeita essa comparação propositada com pessoas depressivas, com transtorno bipolar, viciados em heroína e traficantes no patamar de Fernandinho Beira-mar.
 
Tenho uma péssima notícia para as emissoras como a Globo, SBT, Band e Rede Record: 
– Nós temos pós graduação; 
– Ganhamos mais do que seis dígitos por mês; 
– Nosso HDL é infinitamente melhor do que o do Roberto Cabrini, Faustão, Raul Gil e Gilberto Barros; 
– Somos completamente felizes e realizados com o nosso corpo e queremos aperfeiçoar o que já é invejado e admirado na surdina por 99% da sociedade; 
– Nossa pressão arterial e expectativa de vida são melhores que a do Roberto Justus e do Gugu; 
– Nunca temos anemia, benefício causado pela produção em larga escala de células sanguíneas vermelhas; 
– Osteoporose é mito em terra de quem fábrica exacerbadamente maior síntese de tecido ósseo; 
– Os nossos maiores ídolos são formados consequentemente em História, Ciências Políticas e Sociologia (Nasser El Sonbaty), contabilidade (Ronnie Coleman) e licenciatura da Justiça Criminal (Jay Cutler). 

Com isto, acho que já fui suficientemente explícito em relação ao discernimento de quem é o vilão e quem é o mocinho nessa linda fábrica sensacionalista que é a média brasileira. Enganei-me ao achar que eles seriam imparciais. Pelo contrário, a Conexão Repórter fez questão de repetir as cenas do IGNORANTE do rapaz, pra mostrar que eles são contra. Até aí tudo bem, eles têm todo direito e é logico que eles não seriam loucos de se mostrar a favor.  

Achei bacana terem dado uma oportunidade do Léo fazer uma segunda entrevista se explicando melhor, pois da última vez ele foi apedrejado. Mas faltou um pedido de desculpa ao Scarpelly, pois não foi nem um pouco ético terem usado a imagem dele daquela forma manipulada. 
Quanto ao Sardinha, não é preciso dizer nada. Mais uma vez nos representou com muita sabedoria e classe. Tem todo o meu respeito e admiração. Espero ver minha filha um dia se orgulhando de mim como aquela pequena potrinha linda dele olha pra ele, cena linda. 

Resumindo, façamos o que fizermos, a média não vai mudar o seu ponto de vista. A sociedade vai continuar taxando-nos de vagabundos bombados e a nossa modalidade continuará a ser um desporto underground. Desistir do sonho de mudar tudo isto?! Claro que não! Vamos continuar a lutar por mais respeito e pelo espaço que merecemos. Mas temos que nos conformar, não adianta sair por aí revoltado com o mundo por não ser aceite pela sociedade. Se quer ser reconhecido e elogiado pelo que faz, acho melhor mudar de desporto. Porque o bodybuilding sempre foi e sempre será assim. 



O intuito do abordar novamente o assunto acerca dos fármacos, foi obviamente o de tentar modificar a imagem incompetente e suja de um trabalho porco e sedento por audiência.  Alcançou êxito? Não, saciou a minha fome de finalmente ouvir o que eu tanto ansiava? Também não, mas a tentativa de limpar o nome do jornalismo, junto a mais uma pitada de sensacionalismo, até que dessa vez, foi aceitavelmente coesa, porém tenha consciência de que: 

Sardinha jamais efetuará uma administração de recursos ergogénicos tão branda, sendo totalmente falso uma rotina on fire de 4 semanas, com um descanso de 6 meses, para um corpo extremamente desenvolvido e denso. Sim, ele manipula muito provavelmente o ano inteiro, incluindo variações de kick start, pontes e Blast and Cruise. 
O médico convidado, mais uma vez, provou que o diploma logrado com sucesso ao longo de uma graduação e a compra do mesmo em uma feira livre, possuem o mesmo sentido. Sua posição foi tão extremista e redundante que jamais confiaria a minha saúde nas mãos de um profissional, sem o mínimo interesse de retirar a venda dos olhos e ir além dos livros e teorias ultrapassadas da faculdade.  
Houve mais uma vez cortes no direito de resposta atrelada a uma justificativa do por que a manipulação tendenciou e igualou o ponto de vista de Léo Stronda a mais um corpo fora dos limites aceitáveis da sociedade sem nenhum tipo de maturidade para abordar o assunto. Praticamente a direção do programa deu um tiro no pé ao tentar ocultar sua índole chula, com meia hora de reprise da vergonha anterior sem precedentes. 
Por outro lado, bastou 40 segundos para a nutróloga esportiva do Sardinha destruir qualquer indivíduo irredutível com diploma lustrado semanalmente e colado na parede da sala.  


O especialista em antidoping apresentou sua tese que por sinal, foi extremista ao máximo, até porque sua função será sempre expor de uma forma negativa qualquer relação com fármacos: ”Mas eles são a causa de todo o mal, provedores de inúmeras doenças, acabam com a sua saúde gradativamente, não existem dosagens brandas e seguras, quando estiver em terapia pós ciclo, o próprio tratamento terá o colateral do colateral dos fármacos, criando um ciclo vicioso e doentio.” 


E eis que chega uma simples doutora, uma mulher normal que obviamente suponhamos que jamais tendenciaria a favor desses recursos, porém em uma súbita resposta, me sai… ”Os esteroides são utilizados desde 1930 em crianças com nanismo, pacientes com SIDA, câncer, a média tem uma visão muito deturpada da realidade desse meio…Normalmente meus pacientes atletas sempre estão com suas funções totalmente estabilizadas, sem o menor índice de problemas ou complicações.” 


Desculpe, mas hoje em dia, as clínicas e convites para apresentações e palestras ao vivo no meio televisivo, estão repletos de profissionais ásperos, rudes, limitados, ultrapassados e preguiçosos para ir além do que foi ensinado em tempos primórdios, mas graças a Deus, todavia somos surpreendidos com tais sustos, como esse. 


Numa escala de 0 a 10, a minha nota seria 0,5 na conceção de comprometimento e qualidade.
 
Fonte: Derek e Hugo Abbá, Horsepower PRO – Adaptação da versão original.

       

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